Dedicatória
A Douglas Adams, que me emitiu a busca pelo sentido pela primeira vez.1 Douglas Adams, O Guia do Mochileiro das Galáxias (1979) No romance, o supercomputador Pensamento Profundo calcula por 7,5 milhões de anos a "resposta para a vida, o universo e tudo mais" e conclui: 42. Como ninguém sabia qual era a pergunta, constrói-se um computador maior — a Terra — para descobri-la. O número dá nome a este guia por duas razões: a leitura sonora forty-two → for two (para dois), emblema da tese relacional; e a estrutura da piada (resposta na língua errada, pergunta a encontrar), que espelha o método de "uma resposta, muitas explicações".
À minha mãe e ao meu pai, que geraram a minha vida.
Aos meus irmãos, amigos e família, que deram sentido à minha vida.
E a todas as vidas que já existiram e que ainda vão existir — pois sinto que vivo para que elas deem sentido à minha vida, e para dar sentido à vida delas.
Dedico este livro ao número inicialmente sem sentido… a um simples conceito, a um simples algarismo, a um símbolo que por si só não faz sentido algum… mas que com o tempo vai se tornar o sol e farol que diversas vidas têm a satisfação de encontrar…
Dedico esse livro ao 42.